quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

A liberdade




Os olhos tentam alcançar as linhas do horizonte,
Na imensidão do vazio.
Várias impossibilidades em uma queda ao ar-livre, Sem medo de chegar. Dia e noite dormem juntos, Sem chance de acordar. Que venha o labirinto, não há mais pressa, De chegar. A vida se torna uma aventura, Sem monstros, sem super-heróis, Apenas a vida com sua eternidade. Em um vai e vem sem motivos. Os olhos atentos ao mínimo detalhe. Nada escapa das vontades acumuladas. Sábados, domingos, dia 20 ou 29, nada disso, Vem ao caso, agora. Não há mais tempo para o tempo. Ele se foi atrasado sem hora de voltar. Tanto faz se ele não voltar. Onde as preocupações já não têm importância. E a vida segue com sua liberdade. (Thiago Jerônimo)

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